
Viver em porões ou habitações coletivas era única forma de moradia acessível ao liberto barata e em região central. A arquitetura das habitações coletivas era semelhante a zonas urbanas da África Ocidental. Esta era por exemplo a forma das casas das Tias negras, chefes de terreiro, que hoje desempenham o papel de mães de santo. Famílias moravam coletivamente nestes cortiços, mas muitos moradores eram pessoas sem laço de parentesco. A comunidade que se reunia em festas e rituais , nos quintais destas habitações coletivas verdadeiros quilombos urbanos do final da escravidão,nesta época o trafico de escravos estava sendo desmantelado pelo capital Inglês.
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