
Durante a Greve da Companhia Mogiana em 1920, Armando Gomes foi preso pregando e recomendando aos grevistas a negação da autoridade policial e da propriedade privada, dizia que a existência de imensas propriedades privadas era um crime contra a natureza e contra a humanidade, que o ideal seria transformar a propriedade privada em coletiva. Edgard Louenroth publicou um boletim informativo anexo ao seu jornal “O Libero” em que trazia em suas linhas um balanço da Greve da Mogiana, dizia que Armando Gomes foi preso defendendo uma causa justa, cumprindo um dever humanitário quando foi traiçoeiramente preso e obrigado a cumprir a pena, pela qual lhe acusaram, em São Paulo para onde seguiu. O Centro Humanitário José do Patrocínio de São Paulo deu um voto de sentimento pela prisão de Armando Gomes, e também A União da Juventude se manifestou pela prisão de seu Presidente e finalmente a Liga Humanitária dos Homens de Cor (28/11/1915) da qual Armando gomes era o fundador. Além disto a proximidade de Armando Gomes (1888-1944) e Edgard Louenroth (1881-1968) perturbava por demais o patronato Campineiro
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